Momento da entrega de ofício a Chefe de Gabinete da Governadoria, professora, Maria do SOCORRO da Silva BATISTA pelo presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos
Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membros,. ativistas, poetas, escritores, produtores culturais, grupos culturais, violeiros, pensantes e os que admiram e lutam pela cultura potiguar. Cultura! A Cultura, VIVE e Resiste! "Blog do CPC/RN, notícias variadas na BASE DA CULTURA!
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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...
quinta-feira, 22 de outubro de 2020
EDUARDO VASCONCELOS, PRESIDENTE DO CPC/RN REUNIU-SE HOJE (22) COM AS CHEFES DE GABINETE GOVERNADORIA E SEEC/RN
Momento da entrega de ofício a Chefe de Gabinete da Governadoria, professora, Maria do SOCORRO da Silva BATISTA pelo presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos
PRESIDENTE DO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN ESTARÁ HOJE (22) EM NATAL EM AUDIÊNCIAS COM ÓRGÃOS DACULTURA E GOV. RN
Hoje (22), opresidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos, estará em Natal em audiências com órgãos da cultura e da educação, tratando de assuntos ligados as ações do CPC/RN.
O objetivo é buscar apoios e parcerias das ações que o CPC/RN vem desenvolvendo e que irá desenvolver até 30 de dezembro, onde a instituição estará completando 11 anos de histórias de lutas e na defesa da cultura potiguar.
A pandemia assola o país e com isso as atividades, como a cultura vem sofrendo impactos irreparáveis! Portanto se faz necessário que o CPC/RN busque apoios/parcerias com órgãos estaduais - (SEEC - GABINETE CIVIL - ADM, entidades de classe, entre outros/as para dá continuidade as ações do dia a dia do CPC/RN.
Portanto, é importante essas audiências para que os órgãos públicos e privados, além de outras instituições possam de forma espontânea possam contribuir com as ações do CPC/RN.
Lembrando, que o CPC/RN é uma instituição sem fins lucrativos, de utilidade pública estadual e municipal, que defende a preservação da cultura popular brasileira.
Zuckerberg orientou Facebook a prejudicar sites de esquerda e favorecer direita, diz Wall Street Journal - Por MÍDIA NINJA
Foto: Apec 2016 Peru
Desde 2017, o Facebook projeta mudanças em seu algoritmo para reduzira visibilidade de sites de notícias e os veículos de esquerda têm sido mais prejudicados. Em uma ampla reportagem do Wall Street Journal intitulada “Como Mark Zuckerberg aprendeu política”, os jornalistas Deepa Seetharaman e Emily Glazer descrevem como o chefe do Facebook, antes desinteressado, se transformou em um operador político ativo na era Trump.
Hoje ele se reúne com lideranças políticas incluindo Trump e a Casa Branca e atua na incidência com legisladores para proteger a empresa das críticas relacionadas à privacidade dos usuários e contra o avanço de rivais como Apple e TikTok. O jornal citou ainda os laços sólidos que Zuckerberg criou com editores de direita que impulsionam o envolvimento na plataforma, como Ben Shapiro, co-fundador do Daily Wire e apoiador de Trump.
Executivos de políticas do Facebook haviam expressado preocupação em 2017 sobre as mudanças pendentes no algoritmo de feed de notícias que, para eles, teriam maior impacto em sites de notícias de direita como o Daily Wire. Os engenheiros, portanto, fizeram alterações no algoritmo para prejudicar mais os sites com tendência à esquerda, como o Mother Jones.
O Daily Wire foi sinalizado repetidamente pelos verificadores de fatos do FB por compartilhar falsidades e distorções. No entanto, está incessantemente entre os muitos mais populares da plataforma.
“Zuckerberg deu um sermão para os funcionários de tendência esquerdista do FB sobre a necessidade de perceber que sua base de consumidores é extremamente conservadora e defendeu as opções de não tirar postagens de Trump que alguns funcionários argumentam que violavam as diretrizes”, revela o jornal.
Movimento Armorial completa 50 anos - Por Portal BRASIL CULTURA - "REPETECO!"
“São esmaltes, limpos, nítidos, pintados sobre metal ou, por outro lado, esculpidos em pedra, com animais fabulosos, cercado por folhagens, luas e estrelas”, explicou Ariano, no discurso registrado na edição de 20 de outubro de 1970 do Diario. O artista ainda criticou a demolição de construções históricas recifenses do século 18, conclamando as novas gerações para preservação da antiga arquitetura nordestina. O evento contou com concerto da Orquestra Armorial de Câmara, sob regência de Clóvis Pereira. Numa sala junto à sacristia, uma exposição de arte armorial trouxe trabalhos de diversos pernambucanos.
As características do armorialismo já vinham sendo elaboradas por Suassuna desde os anos 1940, com o resgate do barroco de origem ibérica e da arte popular nordestina, linguagens tidas pelo escritor como suportes da cultura nacional. Mas o movimento só surgiu de fato no seu período na chefia do Departamento de Extensão Cultural da UFPE. A proposta soava como continuidade a valorização de elementos populares já existente desde o início do século 20, com Gilberto Freyre, no Recife, e Mário de Andrade, em São Paulo.
“Naquele contexto havia uma desvalorização da cultura popular, que era vista como algo muito folclórico. Ariano resgatou essas linguagens para fazer com que as pessoas reconhecessem os seus valores”, explica o poeta, ensaísta e professor recifense Carlos Newton Júnior, um nome da terceira geração armorial. “Ariano estabeleceu princípios, e os artistas seguiram. Os princípios não eram garantia de grande obra, pois isso era responsabilidade dos autores. Cada artista procurou o seu caminho.”
Com apoio da imprensa e de instituições públicas em Pernambuco, o armorial deixou um legado na forma como a própria máquina pública enxerga a cultura em geral. Para Newton, o legado também é nacional. “Ariano tinha a noção de que os artistas de outras regiões podiam usar as manifestações populares de suas áreas.”
O movimento deu origem ao Quinteto Armorial, que levou as sonoridades da rabeca e viola sertaneja à música de câmara. Antonio Nóbrega entrou para o grupo a convite de Ariano em 1971, como violinista. “Essa experiência me despertou um interesse pelo universo popular, algo que me acompanha até hoje”, diz Nóbrega, que recentemente lançou Rima, álbum que se inspira na poesia rimada brasileira, incluindo sextilha, embolada e galope à beira-mar.
“Por ser um movimento que começou no Nordeste e também ser muito ligado à figura do Ariano, o armorialismo acabou tendo uma visão discreta em termos nacionais. Se ele tivesse sido deflagrado no Rio ou em São Paulo, talvez tivesse uma abrangência maior”, opina o artista. “Mas isso também não quer dizer que não tenha influenciado. No Paraná, existe o Rosa Armorial. No Rio, existe o grupo Gesta.”
Fonte: Diário de Pernambuco
domingo, 18 de outubro de 2020
CULTURA - Movimento Armorial completa 50 anos
A arte erudita brasileira baseada
no popular, idealizada por Ariano Suassuna, trouxe legado para diversas
manifestações culturais, como literatura, música, dança, teatro, artes plásticas,
arquitetura e cinema
Há 50 anos, em 18 de outubro de 1970, Ariano Suassuna discursava na Igreja de São Pedro dos Clérigos, no bairro de Santo Amaro, no Recife, no evento que ficou marcado como o lançamento do movimento armorial, que pregou a elaboração de uma arte erudita brasileira baseada no popular. Agregando várias linguagens, os princípios armoriais impactaram a arte nordestina e nacional nas duas décadas seguintes. O termo vem do universo da heráldica, ciência que cataloga brasões de armas e famílias, resgatando um certo imaginário medieval e monárquico que acompanha a obra de Suassuna.
“São esmaltes, limpos, nítidos, pintados sobre metal ou, por outro lado, esculpidos em pedra, com animais fabulosos, cercado por folhagens, luas e estrelas”, explicou Ariano, no discurso registrado na edição de 20 de outubro de 1970 do Diario. O artista ainda criticou a demolição de construções históricas recifenses do século 18, conclamando as novas gerações para preservação da antiga arquitetura nordestina. O evento contou com concerto da Orquestra Armorial de Câmara, sob regência de Clóvis Pereira. Numa sala junto à sacristia, uma exposição de arte armorial trouxe trabalhos de diversos pernambucanos.
As características do armorialismo já vinham sendo elaboradas por Suassuna desde os anos 1940, com o resgate do barroco de origem ibérica e da arte popular nordestina, linguagens tidas pelo escritor como suportes da cultura nacional. Mas o movimento só surgiu de fato no seu período na chefia do Departamento de Extensão Cultural da UFPE. A proposta soava como continuidade a valorização de elementos populares já existente desde o início do século 20, com Gilberto Freyre, no Recife, e Mário de Andrade, em São Paulo.
Naquele contexto havia uma desvalorização da cultura popular, que era vista como algo muito folclórico. Ariano resgatou essas linguagens para fazer com que as pessoas reconhecessem os seus valores”, explica o poeta, ensaísta e professor recifense Carlos Newton Júnior, um nome da terceira geração armorial. “Ariano estabeleceu princípios, e os artistas seguiram. Os princípios não eram garantia de grande obra, pois isso era responsabilidade dos autores. Cada artista procurou o seu caminho.”
Com apoio da imprensa e de instituições públicas em Pernambuco, o armorial deixou um legado na forma como a própria máquina pública enxerga a cultura em geral. Para Newton, o legado também é nacional. “Ariano tinha a noção de que os artistas de outras regiões podiam usar as manifestações populares de suas áreas.”
O movimento deu origem ao Quinteto Armorial, que levou as sonoridades da rabeca e viola sertaneja à música de câmara. Antonio Nóbrega entrou para o grupo a convite de Ariano em 1971, como violinista. “Essa experiência me despertou um interesse pelo universo popular, algo que me acompanha até hoje”, diz Nóbrega, que recentemente lançou Rima, álbum que se inspira na poesia rimada brasileira, incluindo sextilha, embolada e galope à beira-mar.
“Por ser um movimento que começou no Nordeste e também ser muito ligado à figura do Ariano, o armorialismo acabou tendo uma visão discreta em termos nacionais. Se ele tivesse sido deflagrado no Rio ou em São Paulo, talvez tivesse uma abrangência maior”, opina o artista. “Mas isso também não quer dizer que não tenha influenciado. No Paraná, existe o Rosa Armorial. No Rio, existe o grupo Gesta.”
Fonte: Diário de Pernambuco
C/ https:vermelho.org.br
Governo libera edital cultural para municípios potiguares - https://papocultura.com.br - PAPO CULTURA
O Governo do RN, através da Fundação José Augusto (FJA), publicou no Diário Oficial do RN deste sábado (17) o aviso de licitação para o Edital Ecos de Elefante: Apoio Cultural aos Municípios Potiguares, destinado à Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural.
As inscrições dos projetos poderão ser realizadas entre os dias 9 e 16 de novembro por um e-mail criado para cada edital, disponibilizados no site http://www.cultura.rn.gov.br.
A publicação dos resultados será divulgada no dia 7 de dezembro. Mais informações podem ser obtidas através do endereço eletrônico duvidas.editais.fja@gmail.com
Nove editais
Agora são nove editais lançados pelo Governo do Estado lançados desde o último dia 10 que aplicarão recursos da Lei Aldir Blanc.
Foram liberados: Prêmio Cultura Popular de Tradição; Projetos Culturais Integrados e Economia Criativa; Programa de Apoio a Microprojetos Culturais; Formação e Pesquisa – Troca de Saberes à Distância; e Prêmio Fomento à Cultura Potiguar, Auxílio à Publicação de Livros, Revistas e Reportagens Culturais; e Projetos Culturais Referentes à Diversidade Sócio-Humana e Sabores, Saberes e Fazeres.
Ecos do Elefante
O Edital consiste na seleção e apoio financeiro a 229 projetos provenientes de proponentes, artistas e produtores de cultura, residentes nos 112 municípios do estado cujo repasse dos recursos da Lei Aldir Blanc, pelo Governo Federal, ficou abaixo de R$ 100 mil. O valor é de R$ 1.135 milhão.
Categorias
O Edital possui sete categorias que serão distribuídas nas seguintes ações: Contação de História; Clubes de Leitura; Pontos de Leitura; Espetáculos Infanto-Juvenis; Oficinas (gestão e elaboração de projetos, circo, maquiagem cênica, artesanato e fotografia com celular); Apoio a mestres e mestras da tradição; apoio a espaço museológico; Registro Audiovisual; Exposição de Artes Visuais; Exposição de Grafite; Festival de Música; Festival de Violeiro; Corais; Gravação de CD; Montagem de Espetáculo (Teatro, Dança, Número Circense); apoio a finalização de Curta Metragem; apoio a gravação de Videoclipes e Documentário; Blogs Culturais; Revista Cultural Online; Publicação (de Folhetos de Cordel, Livro, HQ, Zine).
Fonte: https://papocultura.com.br
"NÃO ESQUEÇAM! VAMOS MONITORAR OS REPASSES!" - CPC/RN - Governo do RN e MPF lançam ferramenta para monitorar execução da Lei Aldir Blanc
Para viabilizar a execução da Lei
Aldir Blanc, o Governo do Estado e a Procuradoria da República no Rio Grande do
Norte (MPF-RN) firmaram uma parceria que gerou um sistema para o cruzamento de
bancos de dados, a fim de conferir se os pedidos de pagamento do auxílio
setorial da cultura atendem aos critérios da legislação federal.
Desvendando o Pantanal
A Mídia NINJA apresenta uma série especial produzida por Fernanda Mendes Sartori e Filipe Canavese para apresentar o Pantanal e suas características geográficas, sociais, econômicas e ambientais. Acompanhe todos os sábados!
Lembra aquela aula de Geografia do ensino fundamental sobre os tipos de florestas que o Brasil possui? Não? Vamos relembrar! O Brasil possui 6 tipos de florestas dominantes, elas são: Floresta Amazônica, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal. Até aqui tudo bem, né? No Brasil, como em todo lugar do mundo, temos estações de secas e temporadas de chuva, assim como as estações do ano. Mas vamos falar a verdade, de uns anos pra cá, não é isso que está acontecendo e é sobre o Pantanal, essas mudanças e a maior crise enfrentada pelo bioma em sua história que essa série de textos que se inicia hoje vai tratar.
Para falarmos sobre as queimadas no Pantanal, vamos nos localizar?

O Pantanal está localizado entre os países Bolívia, Brasil e Paraguai. No Brasil ele fica nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (Região Centro-Oeste). Apesar de ser o menor bioma brasileiro, é a maior planície de inundação do mundo, 250 mil km2 de extensão. Isso equivale a 35 milhões de campos de futebol.
Por ser uma região de grande biodiversidade, tendo cerca de 650 espécies de aves, 260 espécies de peixes, 100 de mamíferos e 50 repteis, sem contar as mais de 2 mil espécies de plantas, assim, é considerada pela Unesco Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera. E também 3 milhões de habitantes.
De acordo com o site rainforests.mongabay.com, somos “o país com a maior biodiversidade de flora e fauna do planeta”. O Brasil possui o maior número de espécies de mamíferos e peixes de água doce conhecidos e mais de 50.000 espécies de árvores e arbustos, ocupando o primeiro lugar na diversidade de plantas. Entretanto, a perda de floresta tropical (devido à agricultura descontrolada e à extração de madeira) ainda está aumentando.
É realmente uma dádiva saber que o Brasil é grandioso em sua biodiversidade, mas a notícia acima é de novembro de 2019 e de lá pra cá muita boiada foi passada. Já são 40% da área do Pantanal no estado do Mato Grosso destruída pelo fogo, os dados são do Ibama, em parceria com Prevfogo e o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da UFR. Nesta série de textos que iniciamos hoje vamos entender melhor nossa riqueza, ou pelo menos o que resta dela.
O Pantanal é uma grande área alagada? Deveria ser. As águas que saem do Oceano Atlântico, chegam à Amazônia pelos rios voadores, continuam pela cadeia dos Andes, retornam para Região Centro-Oeste desaguando em chuva no planalto e passa pelo rio Paraguai até chegar e banhar todo o Pantanal.
Mas com as queimadas que estão acontecendo na Floresta Amazônica, os rios voadores estão sofrendo mudanças, como diz o pesquisador do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Antonio Nobre. “Minha maior preocupação é a alteração da circulação dos ventos na América do Sul como resultado do desmatamento”, diz.
Isso significa que as chuvas podem ficar mais intensas e não de uma forma positiva, porque em vez das nuvens que carregam essas águas pararem aos poucos pelo caminho (o que é a maneira “normal”), o que está sendo visto é uma intensificação no vento. Com isso, quando deságua, acontecem grandes desastres em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro que não estão preparadas para receber esse grande volume de água.
Importante lembrarmos que as nascentes também são de grande importância para o Pantanal. O Arco das Nascentes contorna os divisores de água da Bacia e está presente em uma área extensa que vai de Rondonópolis, passando pela Chapada dos Guimarães, Diamantino, até Cárceres.
“Essa região – onde estão as nascentes dos rios Paraguai, Sepotuba, Cabaçal, Jauru, Cuiabá, São Lourenço, Manso, Rio dos Bugres, Coxim e Taquari – é responsável pelo fornecimento de 70% da água que corre para o Pantanal. Por isso, a preservação das cabeceiras dos rios é fundamental para a conservação do bioma”.
Logo, o Pantanal é uma grande planície sedimentar com altitudes variando entre 80 e 200m aproximadamente. Segundo alguns estudos, sua formação origina-se de processos de tectonismo dos Andes, e a sua volta é constituída por planaltos elevados e montanhas baixas, entre 250 e 1200m. E por isso sua peculiaridade é ser a maior área alagada do mundo.
O bioma passou por muitas transformações ao longo dos milênios para ser como o conhecemos hoje. Identificar sua localização, conhecer sua biodiversidade e entender como esse bioma funciona nos ajuda a evitarmos cair em armadilhas de notícias falsas. No próximo texto vamos conhecer um pouco sobre a história do povo Pantaneiro e os primeiros habitantes da região.
Fonte:
MídiaNINJA
ESQUERDA CONQUISTA NA JUSTIÇA A RETIRADA DE FAKE NEWS EM OUTDOORS - Por Jornalistas Livres
O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas determinou a retirada de vários outdoors espalhados em Maceió, com fake news ofensivas e depreciativas contra a esquerda, no estado.
Decisão liminar foi tomada após denúncia de Valéria Correia – Psol_ de fake news em outdoors
O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas determinou a retirada de vários outdoors espalhados em Maceió, com fake news ofensivas e depreciativas contra a esquerda, no estado.
A decisão, em caráter liminar, determina que a empresa Lux retire a propaganda negativa eleitoral e comunique o fato ao Tribunal, sob pena de pagamento de multa diária, no valor de R$ 1.000,00, em caso de descumprimento.
A empresa veiculou propaganda irregular, anunciada por movimentos de extrema direita. Entre as falsas mensagens ( fake news) frases como “Não vote em quem defende drogas”, “Não vote em quem ameaça seus filhos”, “#EsquerdaNuncaMais, além de “erotização infantil” e “sexualização nas escolas”.
“A decisão foi justa. Protege o processo eleitoral contra as notícias falsas ( fake news) e beneficia a sociedade, que não merece esse desserviço, com mentiras, frases e fotografias que coagem a população. Para nós da esquerda e dos setores progressistas, que defendemos o estado democrático de direito nos opomos contra todo tipo de crime. Inclusive, esse. É uma conquista em Maceió, mas de toda a nação”, destaca Valéria.
Na decisão, o juiz eleitoral Ricardo Jorge Cavalcante Lima, da 33ª Zona Eleitoral, ainda reforça o conteúdo do artigo 26, da Resolução nº 23.610, de 2019, do Tribunal Superior Eleitoral, que proíbe a propaganda eleitoral por meio de outdoors, inclusive eletrônicos, sujeitando-se a empresa responsável, os partidos políticos, as coligações e os candidatos à imediata retirada da propaganda irregular e ao pagamento de multa no valor de R$5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 15.000,00 (quinze mil reais).
“Entendo que quem sustenta, explicitamente, que não se vote em determinado candidato, pede claramente voto para seus opositores, estando, dessarte, também incurso nos preceitos do artigo 3º da Resolução 23.610/2019. Assim, configura-se a autopromoção e alavanque de campanha por meio de propaganda cuja utilização é vedada por Lei, quando o representado dissemina em algumas regiões da cidade imagens contendo mensagens para que a sociedade ‘somente vote’, ou seja, ‘pedindo voto’, em partidos de direita ou com outra ideologia política, exceto nos que sejam de esquerda”, fundamenta.
A decisão cabe recurso, mas já pode ser considerada uma vitória da justiça, da democracia e da sociedade. Vai continuar com o processo, para que os culpados pelo crime eleitoral sejam devidamente punidos, como determina a lei.
“Espero que essa decisão seja um marco local e nacional e elimine esse tipo de propaganda criminosa, que agride toda a sociedade, pelo teor de violência divulgado publicamente. Não nos calarão”, afirma.
Fonte: Jornalistas Livres
PAVÊ DE BOLACHA MAISENA DA TIA VALQUÍRIA - Por BRASIL CULTURA
Para fazer essa receita de pavê de bolacha simples você só vai precisar de 5 ingredientes! Fica pronta em poucos minutos e é uma delícia.
De origem francesa, o pavê geralmente é feito em camadas de biscoito tipo champanhe e creme de confeiteiro.
Há inúmeras variações dessa sobremesa clássica das festas ou almoços de final de semana. Há quem faça creme de chocolate, acrescente frutas frescas, bombons e outros tipos de bolachas.
Eu sempre preferi a versão mais simples, a que minha tia Valquíria Tretell fazia, que também é a mais fácil, rápida e prática.
Ingredientes – Base dos biscoitos
1 pacote de biscoito maizena
1/2 lata de leite integral (a medida da lata de leite condensado)
1 colher de sobremesa da chocolate em pó
Ingredientes – Creme branco:
1 lata de leite condensado
1 lata de leite integral (a medida da lata de leite condensado)
1 colher (sobremesa) de maizena
2 gemas (peneiradas)
Ingredientes – Creme de chocolate:
1 lata de leite condensado
1 lata de leite integral (a mesma medida da lata de leite condensado)
1 colher (sobremesa) de maizena
2 gemas (peneiradas)
4 colheres de chocolate em pó
Ingredientes – Cobertura:
4 claras
4 colheres de açúcar
1 lata de creme de leite sem soro
Modo de Preparo
Molhe os biscoitos maizena no leite com chocolate
Prepare cada creme juntando seus ingredientes em uma panela e mexa em fogo brando até engrossar
Para a cobertura, bata as claras com o açúcar até obter claras em neve bem consistentes
Misture o creme de leite as claras em neve
Coloque em um refratário grande na seguinte sequência: creme branco, metade das bolachas, creme de chocolate, restante das bolachas, claras em neve
Dica: Decore com chocolate granulado ou raspas de chocolate ao leite ou coco ralado
Receita da Tia Valquíria Tretel

















