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terça-feira, 8 de outubro de 2019

Dia do Nordestino

Esta data homenageia toda a diversidade cultural e folclórica típica da região Nordeste do Brasil.
O Nordeste brasileiro é conhecido pela sua musicalidade, culinária, danças, superstições, artesanatos, belíssimas paisagens naturais e muito mais.
O povo nordestino é um grande tesouro da cultura nacional, um dos maiores traços da identidade do Brasil.
O Nordeste brasileiro é composto pelos seguintes estados: Maranhão, Alagoas, Bahia, Ceará, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Mensagem para o Dia do Nordestino

Povo alegre, que vive com um sorriso no rosto! Obrigado por compartilhar conosco toda a riqueza e beleza da sua cultura!
O Nordeste não é feito apenas de praias paradisíacas, belezas naturais, comidas deliciosas, festas animadas e artesanatos lindíssimo… O Nordeste tem tudo isso e muito mais: os nordestinos, povo mais hospitaleiro do país! Que sabe abraçar e receber os turistas com todo o carinho e dedicação!
Obrigado por dividirem um pedacinho do Paraíso com a gente, meu povo querido do Nordeste! Vocês são a alegria e a identidade forte que ajudam a construir um Brasil bonito e rico culturalmente.

Origem do Dia do Nordestino

A criação desta data é uma homenagem ao centenário do poeta popular, compositor e cantor cearense Antônio Gonçalves da Silva, conhecido como Patativa do Assaré (1909 – 2002).
O Dia do Nordestino foi oficializado com a lei nº 14.952, de 13 de julho de 2009, na cidade de São Paulo, região com a maior concentração de nordestino em todo o país (com exceção do próprio Nordeste, obviamente).

domingo, 6 de outubro de 2019

Relatório do Cimi comprova aumento de violência contra os povos indígenas

Foto: Rodolfo Oliveira/Agência Pará/Fotos Públicas
Por Marcos Aurélio Ruy
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) lançou em Brasília, na terça-feira (24), o “Relatório Violência Contra os Povos Indígenas do Brasil – dados de 2018”, com números alarmantes. Somente de janeiro a setembro deste ano, aconteceram 160 “invasões possessórias” de terras indígenas. Em 2018, foram registrados 109 casos desse tipo de violência com exploração ilegal de recursos naturais e danos diversos, em 2017 foram 96 casos.
“Esse levantamento aponta uma situação muito grave porque os povos indígenas não sobrevivem sem suas terras e o governo de Jair Bolsonaro incentiva as invasões e a violência”, afirma Vânia Marques Pinto, secretária de Políticas Sociais da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).
A sindicalista baiana explica que a CTB apoia a luta dos povos indígenas pela demarcação de suas terras e pelo respeito à cultura desses povos originários. “São pouco mais de 900 mil indígenas espalhados pelo Brasil e defender as usa terras é o mesmo que defender a preservação ambiental com progresso sustentável”, acentua.
Veja o relatório na íntegra:

A morosidade ou omissão na regularização das terras responderam por 821 casos em 2018, o que já mostra um enfraquecimento da Fundação Nacional do Índio (Funai) e “o objetivo de tomar as terras indígenas após o golpe de Estado de 2016”, diz Vânia. O relatório acrescenta ainda que ocorreram 941 casos de violências contra o patrimônio desses povos em 2018. Isso se refere a “invasões, caça e pesca ilegais, construção de obras sem consulta ou estudos ambientais, roubos de madeira e garimpos, arrendamentos, além da contaminação do solo e da água por agrotóxicos e incêndios, dentre outras ações criminosas”, diz texto do Cimi.
Outro estudo assinala a existência de 1.290 terras indígenas no Brasil, sendo que 821 (63%) ainda não tiveram o seu processo de demarcação finalizado. Segundo o próprio Cimi, dessas 821, 528 terras aguardam providências do Estado para o seu processo demarcatório e o registro como território tradicional indígena na Secretaria do Patrimônio da União (SPU). Lembrando que pela Constituição de 1988, a totalidade das terras deveriam estar demarcadas desde 1993.
E a violência não para por aí. No ano passado foram registrados 135 assassinatos de indígenas no Brasil. Somente em Roraima ocorreram 62 mortes violentas e em Mato Grosso do Sul 38. Em 2017, 110 indígenas foram assassinados no país. O que significa um aumento de 18,5% em apenas um ano.
“A situação mais grave, que deixa a gente com medo, inclusive os servidores da Funai, os colaboradores indígenas, pois estes correm mais perigo, e até quem trafega pelos rios, é o medo de ser assassinado”, diz Adelson Korá Kanamary, coordenador da Associação Kanamary do Vale do Javari (Akavaja), e também vereador do município de Atalaia do Norte (AM).
Capa do Relatório do Cimi
Para Vânia, as centrais sindicais e todos os movimentos sociais, têm que se unir em defesa dos direitos dos povos indígenas porque se trata de “defendermos a Floresta Amazônica, a nossa soberania nacional, o Estado Democrático de Direito e um projeto de desenvolvimento sustentável com divisão de riquezas”.
*Marcos Aurélio Ruy é jornalista.
Fonte: Portal da CTB

Não é a queimada, estúpido. É Jair Messias Bolsonaro!

J. Carlos de Assis*
                O escândalo que move governos e populações de vários países europeus contra o Brasil não é apenas  por causa das queimadas na Amazônia. É por causa da iniciativa impertinente de Jair Bolsonaro de tentar esconder dados científicos de desmatamento na região amazônica mediante a demissão do diretor do INPE, Ricardo Galvão.  Antes disso as intenções malévolas do Presidente já haviam surgido com sua tentativa de se apossar do dinheiro noruguês e alemão do Fundo Amazônico para “indenizar” grileiros da floresta.
                Se o país não estivesse tão estonteado e intimidado pela sequência de ações agressivas de Bolsoaro, as reações aos crimes ambientais do Governo teriam explodido aqui dentro. Mas elas começam a explodir, agora, felizmente, animadas pelo que acontece além fronteiras. A acusação às ONGs de serem responsáveis pelo incêndio é próprio de um provocador boçal, sem postura de presidente, com claros problemas psicológicos que denunciam, como disse em artigo anterior, a ausência de um superego.
                É que Bolsonaro não tem limites. Ele faz declarações pessoais e pela internet como se estivesse numa conversa de botequim com outros tenentes expulsos do Exército. Sua insistência em afirmar que é presidente, portanto que manda em todos e em tudo, denuncia uma deformação mental de quem não tem a menor noção do que é ser presidente da República. Nessa crise deflagrada internacionalmente a floresta é apenas um detalhe. Incêndios ocasionais em florestas acontecem no mundo todo. O centro da questão é um presidente que não tem consciência de que está pondo em risco um bem comum da humanidade.
                Desculpem-me os amigos desenvolvimentistas que acham que a prioridade não é o meio ambiente, mas o desenvolvimento, pois somos um país ainda muito pobre. O corolário disso é dizer que os países ricos destruíram seu meio-ambiente para se desenvolver. Isso não passa de uma patacoada. No padrão civilizatório e econômico atual, é perfeitamente possível fazer da luta pelo meio-ambiente um instrumento de desenvolvimento. Aliás, temos feito isso muito bem. O problema maior é o desmatamento que antecipa queimadas.
                Nos séculos de desenvolvimento europeu e norte-americano que implicou desmatamentos não havia alternativas para a madeira como meio de construção. Hoje a tecnologia resolve isso. Claro, meter no chão árvores centenárias da Amazônia é mais barato, mas uma freada no aquecimento global paga a diferença. E embora a Amazônia não seja o pulmão do mundo, como alegado pelo presidente francês, ela tem uma contribuição fundamental ao regime das chuvas e de proteção da camada de ozônio na América do Sul.
                Mesmo que a floresta não desse contribuição alguma ao equilíbrio ambiental, o desmatamento indiscutivelmente é uma tragédia para o meio ambiente, como ficou claro com as últimas chuvas de cinzas no país. Isso diz respeito a nós, brasileiros, e somos nós que temos o dever para conosco mesmos e com a humanidade de ir para a rua denunciar a degradação do nosso meio-ambiente. Notem, Bolsonaro estava insinuando sair do Acordo de Paris. Ninguém aqui o seguraria, pois é um obstinado, como disse, sem limites.
                Internamente, os únicos que poderiam segurá-lo e contestar suas patacoadas seriam os militares. Contudo, os militares parecem catatônicos, com um tremendo complexo de culpa por o terem inventado e depois cercado de reservistas quatro estrelas nos Ministérios, para desonra das Forças Armadas. Portanto, com os civis intimidados e os militares confortáveis em seus postos de governo, resta-nos a ajuda externa. Que venha. Obviamente, ninguém deve ter medo de intervenção. Basta um bom  boicote de exportações, que o pessoal do agro, majoritariamente eleitor de Bolsonaro, tratará de trazê-lo para o bom caminho.
*Jornalista, professor e economista
Fonte: Portal da CTB

DEBATE COM A DEPUTADA FEDERAL NATÁLIA BENAVIDES FOI MUITO PROVEITOSO - DEMOCRÁTICO E PARTICIPATIVO! CONFIRAM!


 O presidente do PT de Nova Cruz/RN, Delaias Barbosa foi quem presidiu os debates ao lado da Deputada Federal, Natália Benavides.
 Professor, ALAN na ocasião representando o IFRN de Nova Cruz/RN pautou sua intervenção solicitando a Deputada, Natália Benavies a sua preocupação quanto aos transportes escolares, haja vista as dificuldades que o alunado do IFRN vem sofrendo constantemente com a escassez dos transportes como quebrados por falta de manutenção, etc.  A deputada, Natália abraçou a preocupação de Alan prometendo levar a demanda apresentada pelo mesmo para discutir com a governador, Fátima Bezerra e o próprio MEC para sanar tal problema ora apresentado pelo Alan.
Coordenador Geral do SINTE de Nova Cruz/RN, Antonio Duarte, outro guerreiro que fez intervenções importantes, conclamando a todos a se unirem em torno aos projetos anti povo, que Governo Federal vem tentando impor de forma arbitrária e ante democrática, tirando direitos do povo brasileiro, principalmente com os professores brasileiros.
 Vereador de Passa e Fica/RN fez suas intervenções e pautou principalmente no Núcleo da UERN em Nova Cruz/RN, região do Agreste Potiguar, que ano passado fechou suas portas sem se reunir com a comunidade envolvida e muito menos comunicar aos poderes como Executivo e Legislativo, perdendo com isso a estudantada esperançosa em concluir o Ensino Superior, sonho de milhares de agresteiros, principalmente de Nova Cruz e Passa e Fica, sua cidade. A deputada, Natália ficou de analisar o pleito, mas mostrou-se preocupada e irá colocar em pauta esta discussão com a governadora, Fátima Bezerra. Edson vem se destacando como um dos vereadores mais atuante da Região do Agreste Potiguar, pelas suas ações, projetos e sua comunicação frequente com a população e autoridades para sanar os problemas urgentes de sua cidade.
Vereador, Edson Cazuza, liderança em Passa e Fica/RN

Ontem (5) o PT de Nova Cruz/RN promoveu um debate (roda de conversa) com a Deputada Federal, NATÁLIA BENAVIDES no auditório do SINTE Regional de Nova Cruz/RN, cujas pautas foram: Conjuntura Nacional, Eleições (2018), Reforma Previdência e Trabalhista, bem como o FUNDEB como principal tema.

A deputada foi muito objetiva em todas as pautas, inclusive mostrando suas preocupações em todas elas, ora imposta pelo presidente, Jair Bolsonaro.

Para a deputada foram anos de muitas lutas do povo brasileiro para garantir direitos nos últimos 10 anos e hoje vem um presidente anti povo e tenta a todo custo toirar esses direitos da noite para o dia com o apoio diga-se de passagem do próprio congresso, mas para Natália o CONGRESSO vem resistindo e fazendo mudança nas propostas impostas pelo governo, conseguindo diminuir com isso as perdas totais destes direitos adquiridos nos governos de Lula e de Dilma.

A Deputada, Natália mostrou-se preocupada com o futuro do povo brasileiro e pediu o engajamento da sociedade e instituições organizadas para se unirem, mostrando força para manter estes direitos, indo para as ruas, ocupar as praças, denunciando estes atos ante democráticos. Só assim podemos voltar a sonhar, garantindo direitos conquistados com muita luta, união, perseverança.

Para Eduardo Vasconcelos o debate foi muito proveitoso! Primeira parlamentar a convocar um debate para tratar de assuntos ligados diretamente ao povo, ouvindo o mesmo e abordando temas tão importantes como os discutidos na reunião/debate ontem. Que outros eventos deste venham a acontecer outras vezes, assim fortalece a ESPERANÇA do nosso POVO. Conclui, Eduardo.

Globo cresce com Bolsonaro; TV Brasil afunda

Por Altamiro Borges*
O jornalista Ricardo Feltrin, que monitora a evolução da audiência na televisão brasileira, postou duas notas curiosas na semana passada. Na primeira, ele registra que “desde janeiro os bolsonaristas radicais atacam, xingam, sobem hashtags negativas, tripudiam dos erros, desprezam os acertos, perseguem os profissionais da Globo nas redes, mas o público nacional médio da emissora – aparentemente – não está nem aí. Desde que o governo Bolsonaro começou, o ibope da emissora só cresceu”.
Segundo dados da Kantar Ibope Media, obtidos com exclusividade por sua coluna, o Grupo Globo – que apoia a agenda ultraneoliberal do atual governo na economia, mas critica sua pauta conservadora nos costumes e teme seu autoritarismo na política – segue na liderança nas maiores 15 regiões  metropolitanas pesquisadas no PNT (Painel Nacional de TV). “Em janeiro, primeiro mês de Bolsonaro, a Globo registrou média de 14,63 pontos no PNT. No mês passado esse índice já estava em 16,49 pontos, um relevante acréscimo de 12,7%. A Globo também cresceu em participação no universo de TVs ligadas: passou de 33,79% para 35,93%”.
A outra notinha curiosa postada por Ricardo Feltrin é a que mostra que a TV Brasil, que foi transformada em TV Bolsonaro, não desperta a atenção dos telespectadores com o seu jornalismo chapa-branca e mentiroso. “Além de não cumprir a promessa eleitoral de acabar com a TV Brasil, criada pelo governo Lula, o governo Jair Bolsonaro também fez a emissora regredir um ano em seu índice de audiência. Desde janeiro o ibope da emissora pública caiu quase 25% na média mensal nas 15 maiores regiões metropolitanas do país. A TV Brasil fechou agosto com 0,32 ponto no PNT, contra 0,41 em janeiro”.
“Esse 0,32 ponto é aproximadamente o mesmo que a emissora registrava um ano atrás, ainda no governo Temer. É um índice que já se aproxima do chamado ‘traço’. Ou seja, alcance irrelevante. A tal ‘reformulação’ que o governo promoveu em março na TV Brasil mostrou-se, em números, comprovadamente desastrosa”. Assim como é desastrosa, mentirosa e tosca toda a comunicação do laranjal bolsonariano.
Record ruma para o inferno
Não é só a TV Brasil, com o seu governismo babaca, que está em crise. Segundo Mauricio Stycer, em matéria publicada na Folha na sexta-feira (20), o jornalismo chapa-branca da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), do “pastor” Edir Macedo, também ruma para o inferno. “Depois de um primeiro quadrimestre razoável, com médias entre 8 e 9 pontos, o ‘Jornal da Record’ começou a perder audiência em maio e não parou mais de cair. Nem mesmo a profunda reforma realizada neste início de setembro conteve a fuga de público”.
“Dados do Kantar Ibope referentes a São Paulo mostram que o principal telejornal da Record teve um início de ano razoável com médias de 8,3 e 8,7 pontos em janeiro e fevereiro, alcançou o seu pico em março, com 9,2 e retornou para 8,1 em abril. A partir daí começa uma queda que chama a atenção. Em maio e junho, a média do telejornal foi de 7 pontos, em julho caiu para 6,6 e em agosto despencou para 5,6. Fato raro, nas duas últimas semanas de agosto o JR não aparece nem entre os dez programas mais assistidos da emissora”.
Como aponta o especialista em mídia, a Record até estreou um projeto multiplataforma e um cenário novo, mas as mudanças milionárias não reverteram a queda de audiência. “Entre março (média de 9,2) e setembro, o JR perdeu 41% em audiência, uma queda muito significativa”. Mauricio Stycer aponta várias razões para a queda – como a baixa audiência da nova novela da emissora – e relativiza o peso da linha editorial governista. Mas parece evidente que credibilidade do jornalismo da emissora caminha rapidamente para o inferno – com todo o respeito aos “bispos” e mercadores da Iurd.
*Jornalista, presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.
Fonte Portal da CTB

sábado, 5 de outubro de 2019

Destaque - Livro de autor potiguar está entre os mais vendidos em sua categoria na Amazon

Mensagem do seu livro é clara e direta: “Consultórios de médicos e psicólogos estão repletos de pessoas boas vítimas de pessoas más”.
 Fonte: https://agorarn.com.br  
Mendonça, que é potiguar, discorre sobre relações capazes de prejudicar, ao ponto de despersonalizar a vida da vítima do que ele chama de 'Narcisista Maligno'.
O livro “Guia de Sobrevivência Para Vítimas de Narcisistas Malignos”, do médico neurocirurgião Kurt Mendonça, chegou nesta semana às primeiras posições entre os mais vendidos na Amazon, em apenas dez dias a partir de seu lançamento.
Através de uma leitura atraente, onde logo é estabelecida uma empatia entre as ideias do autor e as vivências do leitor, Mendonça, que é potiguar, discorre sobre relações capazes de prejudicar, ao ponto de despersonalizar a vida da vítima do que ele chama de “Narcisista Maligno” (Narc).
“O Narc intimida. Ele simula uma personalidade afável em seus relacionamentos, mas também não demora para exibir sua face perversa. Quando a relação está praticamente perdida, ele engata um processo de vitimização e diz que o culpado por tudo foi você”, diz o autor.
Para reconhecer os sinais de alerta nos relacionamentos desse tipo, o guia de Kurt Mendonça cai como uma luva, ajudando pessoas que vivem um inferno na Terra a se libertarem desse drama.
A mensagem do seu livro é clara e direta: “Consultórios de médicos e psicólogos estão repletos de pessoas boas vítimas de pessoas más”. observa o médico.
O livro digital chegou ao primeiro lugar na categoria “Abuso Sexual, Saúde, Boa Forma e Dieta”, na Amazon. Além de terceiro em “Relacionamentos Disfuncionais, Paternidade e Relacionamentos”.
Acesse o livro pelo link abaixo:

Ações - Beco da lama e centro histórico ganham projetos culturais pela prefeitura

Seleção Artística para auxílio financeiro incentiva iniciativas artísticas e culturais para compor a programação dos eventos do Centro Histórico de Natal.
Numa ação inédita na história da cultura potiguar, a Prefeitura do Natal está incentivando dezenas de projetos que irão compor a grade de programação do Centro Histórico de Natal, com destaque para o revigorado Beco da Lama. O resultado da Seleção Púbica nº 014/2019 revela o novo momento que irá viver um dos sítios culturais e históricos mais emblemáticos da capital potiguar.
A Seleção Artística para auxílio financeiro incentiva iniciativas artísticas e culturais para compor a programação dos eventos do Centro Histórico de Natal. Projetos de samba, choro, artes plásticas, cultura popular, dança, tributos, homenagens e tradições que vão do coco ao choro, estarão na pauta semanal do Beco da Lama e adjacências nos próximos dias.
A Comissão de Seleção Artística analisou 71 (setenta e um) projetos apresentados entre as diversas categorias e selecionou 23.
Na categoria A, para a realização de eventos de uma edição, foram selecionados 13 projetos: “Melé 100 anos”, “Brega no Beco”, “Exit”, “Preveillon”; “Sancho no Beco”; “Entre o Sonho e o Som de Belchior”; “RN Autoral Canta Sambas e Choros”; “30 anos sem Raul Seixas”; “Jackson do Pandeiro é 100”; “Minicurso Estéticas e Escutas Periféricas”; “Incubus”, “Tributo a Gal Costa” e “Coco no Pé-Bate Palma que a gente Resolve”.
Para a categoria B (eventos com 4 realizações) foram selecionados 4 projetos: “Show Sacrário com Valéria Oliveira”, “Boi de Reis do Bom Pastor”; “Curta na Praça” e “Ser Tão Potiguar”.
Na categoria C – eventos com 8 realizações – foram selecionados quatro projetos: “Estação do Cordel Vai a Praça”, “Hoje tem Samba no Beco”, “O Galo da Praça” e “Saraus Insurgências Poéticas”.
Na Categoria D (eventos com 10 realizações), foram selecionados dois projetos: “Samba que te Quero Samba” e “Cidade Música”.
“Com este leque de projetos de reconhecidos fazedores de cultura da cidade o Centro Histórico passa a viver um momento inédito. Faz parte do trabalho de revitalização planejado pelo prefeito Álvaro Dias e que contempla desde o novo Beco da Lama e agora ações permanentes que irão promover a economia criativa, o turismo, a cultura e o lazer de qualidade”, comenta o secretário de Cultura de Natal, Dácio Galvão.
O resultado completo da Seleção Pública pode ser baixado no www.natal.rn.gv.br e www.blogdafuncarte.com.br
Nos próximos dias a Prefeitura do Natal vai divulgar o calendário de projetos, com data, hora e local e tudo formatado para os natalenses e turistas.
Fonte: https://agorarn.com.br  em,  05/06/2019

FOLCLORE DO RIO GRANDE DO NORTE: CONHEÇA ALGUMAS LENDAS E MITOS!

As lendas locais, por mais fantasiosas que possam ser, são espalhadas pela população e conseguem colocar medo em muita gente. Verdade ou mentira, essas histórias fazem parte da cultura de um povo e o folclore do Rio Grande do Norte, por exemplo, já foi assunto principal das rodas de conversa da capital potiguar.
Não é para menos: quem não acha curiosa a história de duas cobras que procuravam uma igreja para serem batizadas? Qual criança nunca teve medo do que foi contado pelos mais antigos sobre a mulher papa-figo? Ou, pelo menos, quem não tem interesse em saber como esse folclore foi construído e espalhado entre a população?
Então, se você faz parte das pessoas que querem aprender mais sobre a cultura de um local, continue a leitura e conheça algumas lendas e mitos sobre o folclore do Rio Grande do Norte!

Maníaco da Seringa

Não é de hoje que as fake news surgiram e atormentam a sociedade com seus relatos. Em Natal, houve boatos de que algum maníaco atacava pessoas aleatórias na rua com uma seringa. O medo era tão grande que os pais iam buscar os filhos nas escolas só de ouvirem que o criminoso estava pelas redondezas.
Felizmente, nunca houve evidência de que essa pessoa realmente existiu no RN. No entanto, em outros estados do Brasil, aparentemente alguém se inspirou nessa história e tornou a lenda real: no Ceará, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo houve casos de homens que furaram mulheres com seringas. Para sorte de todos, ninguém foi contaminado pelo vírus da AIDS.

Viúva Machado

Nos anos 20, o machismo era bem mais forte na sociedade e a mulher era vista como útil apenas para servir ao esposo. Dentro desse contexto, Manoel Machado, o homem mais rico de Natal na época, faleceu e deixou todos os seus bens para a sua esposa, Amélia Machado.
Como não tinha filhos e era bastante reservada, principalmente entre a elite daquele período começou a se espalhar que aquela mulher tinha uma doença séria que só seria curada se comesse fígados de crianças.
O temor da população natalense foi tão grande que muitos evitavam passar próximo a sua residência e, em alguns casos, agrediram-na verbalmente. Assim, ela precisou desmentir essa história publicamente na imprensa.

Fantasma do Lampião no Memorial da Resistência

Histórias com fantasmas costumam ser clássicas, assim como foi a figura do cangaceiro Lampião. A junção desses dois fatores criou um boato em torno do Memorial da Resistência de Mossoró, criado para celebrar a dureza dessa população aos ataques de Lampião e seu bando, em 1927.
A história diz que o cangaceiro nunca se esqueceu dessa derrota e esporadicamente retorna à cidade, junto com seus companheiros, para assombrar o Memorial. Há alguns relatos que afirmam terem visto vultos dos fantasmas dessas pessoas nas imediações do local.

Lenda da coruja da Igreja Matriz

Reza a lenda que quando a coruja rasga mortalha (apelido que expressa o temor popular de quem escuta seu som) aparece no céu do centro da cidade com seu canto alto, na casa que ela sobrevoar enquanto canta haverá morte. Antes disso, ela fica durante o dia na igreja Matriz. Para se proteger desse mau agouro a população se benze e faz gestos como o de figa.
Percebeu como o folclore do Rio Grande do Norte tem muitas histórias? O estado ainda é bastante rico em outros segmentos como a dança e música. Então, não deixe de conhecer a cultura potiguar caso tenha ficado com medo de alguma dessas lendas!
E aí, gostou das histórias? Aproveite para conhecer também quais são as danças tradicionais do Rio Grande do Norte!
Fonte: blog.forrocomturista.com.b

ARTE E CULTURA - DICIONÁRIO POTIGUAR: 10 EXPRESSÕES POPULARES DO RIO GRANDE DO NORTE

cordel é uma das principais expressões do vocabulário nordestino e também tem muitas expressões do rio grande do norte
4 minutos para ler
Que Natal é uma cidade cheia de encantos, com belas praias, dunas incríveis e uma rica vida cultural, você já deve saber. Mas se está de malas prontas para conhecer a capital potiguar, precisa descobrir também quais são as mais populares expressões do Rio Grande do Norte.
Os natalenses têm um jeitinho todo próprio de falar. Para você não ficar confuso quando chegar à cidade, nós selecionamos 10 expressões e montamos um minidicionário. Pia!

1. Boy

Nas ruas de Natal, a forma mais comum de tratamento é “boy”. Não importa se você é homem ou mulher, na cidade, será chamado assim, já que, para essa expressão, não há distinção de gênero.
No diminutivo, no entanto, a gíria ganha variações, e mulheres passam a ser “boyzinhas”, e homens, “boyzinhos”.

2. Resenha

Quando voltar de viagem, você poderá ter uma “resenha” com seus amigos ou sua família sobre as férias. Uma das mais típicas expressões natalenses, resenha significa conversar, dizer uma fofoca, contar uma novidade ou falar algo engraçado.
Outra gíria de significado similar a esse é “rasga aí”, que quer dizer “contar tudo”.

3. Galado

Essa é uma das expressões mais versáteis do vocabulário do povo potiguar! Usada como adjetivo, “galado” pode significar tanto “gente boa”, “divertido”, “amigo” como também uma pessoa “sacana” ou “aproveitadora” — tudo dependerá do contexto.

4. Tampa

Se, quando estiver em Natal, alguém chamá-lo de “tampa”, agradeça! Nas expressões do Rio Grande do Norte, esse vocábulo qualifica alguém inteligente ou que é expert no que faz. Mesmo que pareça estranho a princípio, é um belo elogio, certo?

5. Moído

Caso na ida ou na volta das férias você enfrente alguma situação complicada, como um mal-entendido ou uma briga durante o voo, poderá dizer que “o moído foi grande na sua viagem”. Pode ser também que você precise pedir para alguém “deixar de moído”, ou seja, parar de criar caso à toa.

6. Pirangueiro

Na hora de comprar suvenires da sua viagem ao Rio Grande do Norte, cuidado para não ser um pirangueiro! Como adjetivo, a expressão qualifica alguém que pede muito desconto ou tenta comprar fiado. No entanto, ela também pode ser usada como verbo, para dizer que alguém está “pirangando” ou “gosta de pirangar”.

7. Vou chegar

Esqueça tudo o que você sabe sobre expressões que indicam chegada e partida de um lugar enquanto estiver em Natal. Aqui, quando alguém diz “vou chegar” quer dizer, na verdade, que está indo embora. “Vou chegar porque tenho que arrumar as malas ainda antes de viajar”, por exemplo.

8. Tem pareia não

Conheceu praias incríveis, de beleza fora do comum, ou provou um prato típico de sabor muito bom, sem igual? Então você pode dizer que essa praia e essa comida “têm pareia não”, expressão muito popular entre os natalenses.

9. De rocha

O Rio Grande do Norte é um estado cheio de belezas naturais, e Natal, uma cidade com atrações turísticas para todos os gostos. Se você concorda com essas afirmações, pode dizer “de rocha”, expressão potiguar que significar estar de acordo com o que foi dito.

10. Grea

Se você se divertiu com as expressões listadas até agora, então é porque esta seleção está uma grea! Sinônimo de engraçado, a gíria pode ser usada como adjetivo, mas também pode ser conjugada como um verbo. Assim, você pode dizer que se greou muito durante sua estada em Natal.
Então, gostou do nosso minidicionário de expressões do Rio Grande do Norte? Conte-nos qual dos vocábulos achou mais interessante e, se conhece outras gírias que poderiam compor a lista, compartilhe-as com a gente nos comentários!

O TEATRO DE LULA É UM ESPETÁCULO

ARTIGO
ALEXANDRE SANTOS DE MORAES, professor do Instituto de História da Universidade Federal Fluminense 
Na última semana, o promotor Deltan Dallagnol defendeu que Lula cumprisse o restante da pena em regime semiaberto. Reunido com advogados e companheiros de partido, o ex-presidente recusou o pedido de progressão de pena. Em carta, repetiu a frase que já se tornou célebre: “Não troco minha dignidade pela minha liberdade”. Tem início um debate que envolve não apenas as mixórdias da jurisdição, mas reflexões que o caráter excepcional da recusa provocam. A liberdade é um direito que pode ser livremente recusado por quem dela se beneficiaria ou um dever que, na contramão da própria noção de liberdade, deve ser exercido a despeito da vontade?
Não é um tema novo na Filosofia, mas raras são as oportunidades em que essas reflexões se materializam na vida comum. De todo modo, a decisão inusual de Lula abriu espaço para discussões políticas. Pelas redes sociais, vi pessoas da direita fascista e da esquerda cirista acusarem-no de “estar fazendo teatrinho”. No primeiro momento, achei uma crítica rasa e medíocre, mas agora decidi acolher a metáfora.
A peça está aberta. Muitos aguardam e lutam pelo final que gostariam de assistir. A plateia está exultante, como Brecht gostaria de ver: à direita do palco, aqueles que defendem o encarceramento perpétuo; à esquerda, os que gritam pela libertação apoteótica. Essa divisão também parece envolver a disputa pelo protagonismo e antagonismo.
Alguns querem que Deltan Dallagnol seja o personagem principal. Eles defendem o menino cristão de Curitiba, de face rosada, que viveu seus melhores anos trancado no quarto estudando para concursos públicos e que da vida não conhece nada. Outros defendem o protagonismo de Lula, o imigrante nordestino que conheceu o amargo da vida, que lutou pela via sindical, fundou o maior partido de esquerda da América Latina, foi o presidente mais bem avaliado da História e se tornou vítima de uma tenebrosa farsa judicialesca.
Seria uma competição muito naturalmente injusta, mas o cenário dessa tragédia política não foi o palanque em que Lula sempre atuou, mas os tribunais nos quais Dallagnol passou parte da vida adulta ensaiando. O ex-presidente sabia que a disputa seria difícil, mas resolveu bancar essa peça que começou há mais de 500 dias.
Primeiro Ato. É exarada a condenação de Lula. Tem início a ilusão dramática e o público se vê diante do impasse: ele se entregará ou fará a opção pelo exílio? É bem provável que muitas pessoas próximas a Lula tenham recomendado a fuga, mas isso, de alguma forma, encerraria o espetáculo. Distante do palco, não teria como atuar e disputar as flores ao final da peça.
Lula decide se entregar, mas não sem preparar uma cena monumental: monta um palco em São Bernardo do Campo, no Sindicato dos Metalúrgicos, e faz um discurso inflamado. Era uma missa ecumênica. No palco, aliás, além dos políticos, muitos artistas famosos fizeram fala. As músicas foram escolhidas a dedo pelo próprio Lula. Seu monólogo foi particularmente inspirado e levou a plateia ao delírio. Não faltou quem colocasse o próprio corpo entre ele e a Polícia Federal. As câmeras da televisão transmitiam do alto de prédios ou helicópteros. Após muita resistência, e fora do prazo legal estabelecido, Lula consegue se entregar e vai pra Curitiba. Ele controlou o tempo.
Segundo ato. Começam as entrevistas. Alguns coadjuvantes, como a juíza federal Carolina Lebbos, tentam impedir que Lula permaneça em cena. A decisão é por censurar sua fala. Não tarda, porém, para que as movimentações políticas denunciem o regime de excepcionalidade jurídica. Esse não era o roteiro que o Judiciário esperava, mas são obrigados a ceder. Ainda que fora do cenário que gosta de atuar e sem a presença do povo que nunca cansou de aplaudi-lo, Lula começa a falar para a imprensa. Tentaram ganhar protagonismo isolando o competidor, mas ele voltou à cena em excelente forma física e com figurino impecável. Suas falas permanecem pontuais e envolventes, resultado da experiência que acumulou nos palcos da política. Os debates continuam e Deltan Dallagnol sabe que um power point não será mais suficiente para que os holofotes o iluminem.
Terceiro Ato. Tem início a “Vaza Jato”. A série de reportagens que começaram com o The Intercept Brasil renovaram a disputa cênica. Deltan Dallagnol e Sérgio Moro (não podemos esquecê-lo!) tentam ficar na ribalta, escondidos. O primeiro foge feito galinha dos convites feitos pelo Congresso Nacional; o segundo, que não pode fugir, pois se assumiu político, vai e não diz nada. Suas falas são monótonas, pouco criativas, sem emoção. Não encantam ninguém. Mais do que isso, o enredo da tragédia começa a se desenhar tal como Lula, desde o início de preparação do espetáculo, previa.
Estava claro que o núcleo da narrativa era o uso político do sistema de Justiça. O Ministério Público, como se sabe, só tinha convicções; agora, há provas que mostram que o único que conhecia o enredo era exatamente quem tentaram fazer de algoz. Só por isso é que as matérias da imprensa não funcionaram como um deus ex-machina, aquela solução abrupta celebrizada no teatro clássico de Eurípides. De alguma forma, Lula deu um spoiler, quase como um oráculo, e fez com que a tragédia toda se desenrolasse como também os gregos faziam muito bem: antecipando o final e atribuindo os rumos à Moira, ou seja, ao Destino.
Quarto Ato. Deltan pede a Liberdade de Lula. Percebendo que o enredo caminha para um desfecho trágico, o ator faz uma tentativa desesperada de controlar os rumos da peça. Acuado, tenta decidir como será a vida de seu adversário, como se fosse ele a controlar um títere para manter-se no centro do palco. Acontece que Lula inverte o jogo e assume os pauzinhos da marionete, deixando Dallagnol envolvido pelos movimentos que ele próprio faz. Lula recusa a liberdade (quem recusaria?) para aumentar a tensão dramática e inverter o foco da ação. Tem início a disputa, a contenda, o agón: de um lado, aquele que encarcerou lutando pela liberdade do condenado para conseguir protagonismo; do outro, o encarcerado recusando a liberdade para constranger o carrasco. Cria-se uma abertura no drama. Não há solução fácil.
O Brasil e o mundo aguardam os próximos atos. Dallagnol tentou ser o ator principal de uma tragédia que ele próprio se propôs a dirigir. O problema é que, como dizia o saudoso Antônio Abujamra, “há uma zona negra no palco que é do ator e que o diretor não entra”. O cenário burlesco foi montado por eles para ser hostil a Lula, mas ainda que os elementos cênicos envolvam as características de um tribunal, o conteúdo da peça é político, e disso o rapazote de Curitiba, com sua pele lisa e rosada, não entende absolutamente nada. Quem sabe mesmo é o barbudo nordestino, que se sente confortável nesse palco. Agora, os procuradores se tornaram reféns do processo penal do espetáculo que eles mesmos criaram.
No início, poderíamos pensar que tudo isso seria um típico teatro do absurdo, que deixaria Beckett e Ionesco morrendo de inveja, mas Lula fez virar uma comédia de vaudeville, fazendo os procuradores de palhaços que caem, rolam e gritam numa tentativa miserável por algum riso da plateia. Os bastidores são terríveis e cada ato aumenta nossa angústia, mas a estética teatral é espetacular. Não há Shakespeare nesse mundo que produzisse obra de tamanha grandeza, e o final só pode ser um: Lula Livre!

Turismo em Paranaguá

Muitas atrações podem ser visitadas em Paranaguá, cidade considerada o berço da civilização paranaense. Grande Mar Redondo, na língua tupi-guarani, como os índios denominavam Pernaguá, Parnaguá ou Paranaguá. O patrimônio histórico-cultural e as belezas naturais da cidade encantam os turistas e são orgulho dos moradores.
O casario, as ladeiras e as igrejas compõem um dos mais belos conjuntos arquitetônicos do Estado. Os visitantes podem conhecer a Fonte da Camboa ou Fontinha , o Santuário Estadual de Nossa Senhora do Rocio e as antigas edificações da Rua da Praia. Paranaguá abriga diversos monumentos tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná e Nacional, além do Porto D. Pedro II, um dos mais importantes da Costa Brasileira.
Uma baía de beleza estupenda, com verdadeiros tesouros ambientais em cada uma de suas ilhas como a da Cotinga e dos Valadares. Mas o grande destaque é a Ilha do Mel, um dos principais destinos do Paraná. A Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres e o imponente Farol das Conchas, convivem harmonicamente com a Gruta das Encantadas, as belas praias, lendas e histórias fantásticas.
As manifestações culturais completam os atrativos do município, sendo elas o Fandango, dança típica de Paranaguá, e o Barreado, prato típico do litoral paranaense, o seu nome originou-se da expressão “barrear” a panela com um pirão de cinza ou farinha de mandioca para vedar o vapor em seu interior.
Mesmo distante a 90 quilômetros de Curitiba, um dia lindo em pleno feriado fez a gente decidir almoçar em um lugar diferente e até então desconhecido a nós. Paranaguá e que ali pode encontrar construções históricas e casarios, chamariz para que gostam de fotografar essa atmosfera. Também  comer um bom peixe.
Casarios da Rua da Praia
Sobre Paranaguá
O movimento de ocupação de Paranaguá se iniciou por volta de 1550 na Ilha da Cotinga, onde ainda vivem índios carijós e onde se estabeleceram os primeiros colonizadores chegados de São Paulo, além de ser ponto de referência na investigação e busca pelo ouro. Aos poucos e conforme necessidade, esses povos foram se expandindo para áreas mais apropriadas para estabelecimento e exploração. Daí surgiram os casarios que estão costeando o Rio Itiberê e registram o início da história do Paraná.

SAMBA DA NEGA – edição outubro

Em Curitiba, uma grande roda de samba é comandada por Janine Mathias, acompanhada por grandes músicos da cidade, que em seu repertório passeia pela história do samba e celebra seus grandes clássicos e mestres, mas também abre espaço para quem segue cantando na atualidade e não deixa o samba morrer.
A festa de samba mais amada da cidade!
Sobre este evento
A majestade, o samba, tem agora um encontro mensal em Curitiba!
Uma festa regada a samba, alegria e celebração.
SAMBA DA NEGA – edição outubro
Onde?
Vasquinho (R. Dr. Roberto Barrozo, 1190 – Bom Retiro) CURITIBA
Quando?
05/10/2019
Que horas?
A casa abre às 21h30 – banda começa às 22h
Quanto?
ingressos antecipados (eventbrite*): R$15
nome na lista: R$25
ingressos na hora: R$30
Atrações?
Show/roda de samba: Janine Mathias, Luis Ivanqui, Jonas Lopes, Léo Fé e Luiz Rolim.
Pista: DJ Eder Ribeiro, seguindo no balanço do samba.
Produção: Gloriosa Produção Cultural
O QUE É?
O Samba da Nega foi idealizado pela cantora Janine Mathias e acontece desde 2014. Agora renovado, volta com a vontade de criar uma agenda permanente de encontro dos amantes do samba na cidade. A festa será no Vasquinho, atual quadra da Escola de Samba Realeza, sempre aos sábados, no início de cada mês
O Samba da Nega é um espaço em que a ancestralidade negra e a história da música brasileira são exaltados. O repertório da festa passeia pela história do samba, em todas suas vertentes: partido alto, samba enredo, gafieira, samba de breque, samba roque, samba canção, samba dolente. Janine Mathias também faz uma grande homenagem às mulheres do gênero, principalmente às mulheres negras, reconhecendo e valorizando aquelas que são referências absolutas – como Dona Ivone Lara, Elza Soares, Clementina de Jesus, Leci Brandão – e celebrando nomes da atualidade – como Mariene de Castro e Teresa Cristina. Além disso, com um olhar global do papel que o samba teve e tem em cada tempo, o público pode esperar por músicas de menestreis como Cartola, Clara Nunes, Zé Keti, Nelson Sargento, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Toninho Geraes e Diogo Nogueira.
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